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Imprensa

24/02/2015


Avaliação: Nova Honda Bros 160 reage à Yamaha Crosser 150

Avaliação: Nova Honda Bros 160 reage à Yamaha Crosser 150 - Motopeças Chapam

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Versatilidade é o que muitas pessoas buscam quando vão comprar uma moto de baixa cilindrada. Esta avaliação envolvendo as “pequenas notáveis” Yamaha Crosser 150 e Honda Bros 160 toca exatamente neste ponto. Ambas as motos contam com as qualidades múltiplas da proposta dupla on/off road, ou seja, são capazes de rodar no asfalto e também podem ser usadas ocasionalmente para se aventurar, de leve, em terrenos mais acidentados.
Depois de responder à Yamaha Fazer 150 com a CG 150 Titan equipada com freios combinados (veja o comparativo), a Honda reagiu ao lançamento da Crosser 150 com a nova Bros vitaminada pelo motor de 160 cilindradas. A marca da asa, porém, manteve sua postura conservadora: mesmo trazendo inclusive um novo chassi, a Bros 160 lembra muito a antiga 150 no estilo, nem parecendo uma moto nova de verdade. E o design dela fica ainda mais careta quando a colocamos ao lado da Crosser 150, com visual inovador e agressivo, e paramos para compará-las.
A Yamaha também leva vantagem, além do design, no painel de instrumentos, mais completo e com melhor visualização, com conta-giros (analógico) e indicador de marchas, que não existem na nova Honda. A Bros 160 recebeu painel digital semelhante ao da CG 150, bem melhor que o antigo, mas ainda assim aquém ao da rival. Ao menos ela vem com relógio digital, que faz falta na Crosser.
Outro ponto negativo para a Bros aparece no retrovisor, que tem a haste muito mole e “boba”, saindo da posição desejada com muita facilidade ao enfrentar o vento. Também incomoda o cabo do freio dianteiro passando bem no campo de visão do condutor ao olhar para o painel. No que diz respeito à iluminação, os faróis de ambos os modelos não deixam a desejar, atuando de forma satisfatória. Mas a Honda persiste nos comandos diferentes do punho esquerdo: temos o incômodo dos botões de buzina e seta invertidos em relação às motos de outras marcas.
Na hora de rodar, ambas as motos são muito ágeis e fáceis de pilotar, já que são muito leves (120 kg) e têm uma suspensão bastante confortável. Logo de cara a Honda faz valer seu novo motor 160, mais forte, apresentando saídas mais rápidas que a Crosser nos semáforos, e retomando a velocidade com mais vigor. Vale citar também que os engates do câmbio na Bros 160 são ligeiramente mais suaves que os da Crosser 150.
Enquanto a Yamaha declara que seu motor de exatas 149,3 cc entrega 12,2 cv de potência a 7.500 rpm (12,4 cv com etanol) e torque de 1,28 kgfm a 6.000 rpm (1,29 kgfm no etanol), medidos na roda, a Honda divulga 14,5 cv a 8.500 rpm (14,7 cv com etanol) e torque de 1,46 kgfm a  5.500 rpm (1,6 kgfm com etanol) medidos no propulsor de 162,7 cilindradas.
Pegando a estrada durante a avaliação, as pequenas on/off andaram curiosamente juntas, apesar de a Bros ter mais motor. Culpa, talvez, do para-lama alto da Honda, que segue estilo off-road e acaba atuando como freio aerodinâmico em velocidade de cruzeiro. De todo modo, ambas se mostram limitadas para viagens, atingindo 120 km/h no painel com certa dificuldade. Quando aparecem subidas, então, é melhor reduzir a marcha para não perder ainda mais o fôlego.
Mesmo tendo o banco mais largo, a Bros possui a espuma mais dura, causando ligeiro incômodo, seja em trajetos mais longos ou curtos, em relação à Crosser.  A Yamaha também proporciona melhor posição de pilotagem, deixando o motociclista mais confortável, encaixado, graças também ao guidão mais alto (que ainda pode ser ajustado em duas posições nesta versão ED). A pequena trail da marca dos diapasões também ganha pontos positivos com aqueles de estatura mais baixa, com a altura do assento de 836 mm, contra os 842 mm da Honda.
A suspensão da Honda NXR, muito macia especialmente na dianteira, não transmite a mesma confiança que a da Yamaha XTZ, mais firme e melhor acertada para a cidade, como pudemos perceber durante a avaliação. Na Bros a frente afunda mais acentuadamente nas frenagens e o conjunto balança mais nas curvas, tendo a Crosser melhor dirigibilidade no asfalto, com bom equilíbrio entre absorção de impactos e estabilidade. A Honda vai bem nos buracos, mas nem tanto em curvas rápidas. Já quando o assunto é freio, aí a Bros ganha de lavada: equipada com freios a disco nas rodas dianteira e traseira (versão ESDD), a nova 160 passa muito mais segurança e estanca em menos espaço que a Crosser, equipada com disco na roda dianteira e tambor na traseira.
Saindo um pouco do asfalto, é hora de realizar a avaliação das motocicletas na terra, em terreno mais acidentado. A Yamaha tem proposta mais urbana, mas agradou pelas marchas iniciais curtas, mostrando uma primeira mais forte para encarar subidas. A moto da Honda tem mais força, mas sua primeira marcha longa prejudica a performance nas ladeiras, exigindo alguma “queimada” na embreagem. A Bros absorve um pouco melhor os obstáculos, além de ter altura do solo superior, mas basicamente as duas chegariam ao mesmo lugar numa trilhinha.
No que diz respeito ao consumo de combustível, os modelos avaliados pelo CARPLACE MOTO mostraram média equivalente. A Crosser registrou um consumo médio de 33,2 km/l com gasolina, pouca coisa melhor que a Bros, que teve média de 31,4 km/l com o mesmo combustível. Vale lembrar que ambas são flex, aceitando também serem abastecidas com etanol.
No fim, as duas pequenas trail cumprem bem a função proposta: agradam pelo desempenho urbano, agilidade, praticidade e economia de combustível, com o “bônus” de alguma desenvoltura na terra. A Yamaha Crosser 150 é oferecida por R$ 9.350 na versão E (R$ 9.800 na ED, com freio a disco na roda dianteira). Já a Honda NXR 160 Bros tem preço sugerido de R$ 9.811 na versão ESD (R$ 10.127 na versão ESDD, com freio a disco nas duas rodas). Levando-se em conta o equilíbrio do comparativo e os preços semelhantes, a escolha entre elas é uma questão de prioridades: a nova Bros abre vantagem em motor, freios e câmbio, enquanto a Crosser dá o troco em estilo, suspensão e prazer de pilotagem. Qual a sua?

Por Alexandre Ciszewski
Fotos Rafael Munhoz

Ficha técnica – Honda NXR 160 Bros

Motor: OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar, 162,7cc, injeção eletrônica, bicombustível; Potência: 14,5 cv a 8.500 rpm (gasolina) e 14,7 cv a 8.500 rpm (etanol); Torque: 1,46 kgfm a 5.500 rpm (gasolina) e 1,60 kgfm a 5.500 rpm (etanol); Transmissão: câmbio de cinco marchas, transmissão por corrente; Quadro: Berço semiduplo; Suspensão: Garfo telescópico (180 mm de curso na dianteira) e Monochoque na traseira (150,3 mm de curso); Freios: disco na dianteira (240 mm) e na traseira 220 mm na versão ESDD e tambor (110 mm) na ESD (240 mm); Rodas: 90/90 – 19M/C 52P na dianteira e 110/90 – 17M/C 60P na traseira; Peso: 120 kg (121 kg na ESDD); Capacidades: tanque 12 litros; Dimensões: comprimento 2.067 mm, largura 810 mm, altura 1.158 mm, altura do assento 842 mm, entre eixos 1.356 mm

Ficha técnica – Yamaha XTZ 150 Crosser ED
Motor: monocilíndrico, comando simples, 149,3 cm3, injeção eletrônica, flex, refrigeração a ar; Potência: 12,2/12,4 cv a 7.500 rpm; Torque: 1,28/1,29 kgfm a 6.000 rpm; Transmissão: câmbio de cinco marchas, transmissão por corrente; Quadro: Berço semi-duplo de aço; Suspensão: garfo telescópico na dianteira (180 mm de curso) e monoshock (156,5 mm de curso) na traseira; Freios: disco simples na dianteira (230 mm) e tambor na traseira (130 mm); Pneus: 90/90 aro 19 na dianteira e 110/90 aro 17 na traseira; Peso: 120 kg; Capacidades: tanque 12 litros; Dimensões: comprimento 2.050 mm, largura 830 mm, altura 1.140 mm, altura do assento 836 mm, entre-eixos 1.350 mm

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