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Imprensa

13/08/2015


Moto que substituiu o jegue se rende à tecnologia

Moto que substituiu o jegue se rende à tecnologia - Motopeças Chapam

Estes são os princípios que regem o mercado de motocicletas nas regiões mais remotas do Brasil, locais onde os conceitos de “rua” ou “estrada” são bem diferentes daqueles que os habitantes das grandes cidades brasileiras conhecem.
Nestes rincões, onde a rusticidade é essencial para a sobrevivência de seres e objetos, uma pequena motoneta é rainha absoluta: a Honda Pop que, justamente neste mês, recebeu sua primeira grande atualização desde que chegou ao mercado nacional, no já distante ano de 2006.
Conceitualmente simples como um prego, a nova Pop recebeu um motor mais potente, atualizado não apenas pelo pequeno acréscimo de cilindrada – passou de 97,1 para 109,1 cm3 – mas, principalmente, pela introdução da alimentação por injeção eletrônica substituindo o carburador, componente em vias de extinção como comentamos em outra coluna.
Apesar do “upgrade” técnico, em grande parte ditado pela necessidade de atender às mais restritivas normas para baixar as emissões de poluentes na atmosfera determinada pela segunda fase do Promot 4 (Programa de Controle de Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), previsto para vigorar no país a partir de janeiro próximo, a Honda levou a sério o ditado que reza não mexer em time que está ganhando, e assim deixou a Pop exatamente como veio ao mundo quase uma década atrás.

E como ela veio?
A Pop seguiu as pegadas do modelo que abriu as portas para a Honda se tornar a marca nº 1 em vendas de motocicletas do planeta Terra: a Honda Super Cub, idealizada pelo fundador Soichiro Honda. Como a Pop, era um concentrado de essencialidade, uma campeã em economia, facilidade de manutenção e eficiência dinâmica.
Um modelo herdeiro deste, tido como a galinha dos ovos de ouro do império Honda, foi fabricado no Brasil de 1992 até 1998. Era o C 100 Dream, que preservava o visual e as características técnicas das Cub originais (iniciais de Category Upper Basic, em inglês) do final dos anos 1950.
Talvez por este ar retrô, então fora de época, fez sucesso relativo entre nós, mas serviu para abrir caminho para que a versão seguinte, a Honda Biz, de visual muito mais caprichado – mas respeitadora dos princípios de simplicidade operacional e técnica – fizesse e ainda faça estrondoso sucesso.
E a Pop, onde entra nessa história? Como se fosse possível (e foi!) a Honda simplificou ainda mais o que já era muito simples. Em vez do câmbio com embreagem automática das Dream e Biz, um câmbio normal de quatro marchas. Em vez de uma carenagem mais ampla, protegendo pés e pernas (e com custo de produção maior…), uma “simplérrima” capa plástica recobrindo o chassi.
A discreta elegância estética da estirpe Cub cedeu lugar a um design muito criticado, mas de inegável efeito prático pois a Pop deixa claro que não irá estragar se cair, pois não tem nada ou quase nada para quebrar! E mais: a Pop não ter o ar delicado, quase feminino da Biz, o que faz dela – segundo a Honda – ser um modelo escolhido predominantemente por homens.

O jegue

A comparação da Pop com o jegue não se dá apenas por ela ter substituído o animal no leva e traz de coisas e gente. Como o bicho, ela aguenta tudo, exigindo pouco: o consumo baixo favorece o pequeno tanque estar localizado sob o assento e este por sua vez é longo como o lombo do burrico, como que convidando a uma família inteira caber nele, coisa que não é recomendada de nenhum modo do ponto de vista da segurança, mas é o que se vê na prática no “cenário de operações” do modelo, os citados rincões remotos.
As suspensões são robustas e o motor incansável. Peso baixo e uma altura do banco em relação ao solo que não atrapalha mesmo quem não tem estatura elevada faz o resto, tornando a Pop a herdeira natural das tropas de jegues no transporte dos brasileiros do Norte, nordeste e Centro-Oeste, regiões que absorvem nada mais, nada menos, do que 97% das vendas do modelo, o 4º mais emplacado no Brasil em 2015 até julho passado.
Concorrentes? A receita da Super Cub foi seguida à risca por muitas outras marcas. Aqui no Brasil a mais notória delas é a Yamaha Crypton dona de 3% do segmento enquanto a rival Honda Biz abocanha mais de 55%. Quanto à Pop, ela não tem rival direto, nada se parece com ela, nenhuma outra marca ousou simplificar tanto o que já era tão simples.
O preço sugerido de R$ 5.100 faz da Pop o modelo mais acessível da marca, quase 15% mais barata que a Biz 100. Com a economia brasileira de nariz apontado para o chão, é de se prever que a Pop, agora ligeiramente mais potente e possivelmente ainda mais econômica, possa começar uma nova carreira, sendo percebida como a alternativa adequada também para a locomoção nos grandes centros urbano, determinando uma inesperada chegada do jegue sobre rodas ao ex-Sul/Sudeste maravilha.

Veja mais sobre Moto que substituiu o jegue se rende à tecnologia emhttp://www.g1.globo.com/carros/motos/blog/dicas-de-motos/post/moto-que-substituiu-o-jegue-se-rende-tecnologia.html
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